26/05/2010

Não aos copos plásticos

O grupo Conape aderiu a uma nova forma de contribuir com o meio ambiente. Agora, as empresas não utilizam mais os copos descartáveis, que demoram cerca de 200 a 450 anos para se decompor na natureza, além de sua reciclagem não permitir a geração de outros copos, pois os resíduos alimentícios são difíceis de serem eliminados. Isso sem contar a contraindicação do ponto de vista sanitário: o cafezinho quente em contato com o plástico acaba liberando substâncias nocivas ao organismo, diferente da caneca de porcelana ou vidro.
São detalhes pequenos, porém relevantes, que nunca paramos para pensar, no meio de tantas coisas para fazer.
Uma única pessoa usa o copinho plástico uma vez e já o descarta. Mas quantas vezes essa mesma pessoa toma água por dia?
Multiplique isso pelo número de funcionários de uma empresa? Em meio a tantos alertas sobre os possíveis efeitos do aquecimento global, devemos procurar alternativas para conter a poluição do meio ambiente.
Só para refletir: mais de 50% dos resíduos encontrados no mar têm alguma porção de plástico. Cerca de 56% do lixo plástico são de embalagens usadas, das quais 75% têm origem doméstica. No Brasil, 15% dos resíduos da coleta seletiva são compostos por plásticos. E mais: se você alinhar todos os copos plásticos fabricados em apenas um dia, eles farão um circulo ao redor da Terra.
O uso das canecas permanentes é uma solução bacana e agradável, além de dar um ar de sofisticação na empresa. Some-se a isso, a economia, considerando que se gasta muito mais água e outros insumos para produzir e descartar embalagens plásticas do que a água e sabão que se gasta para lavar sua própria caneca.
Muitas empresas já estão tomando atitudes nesse sentido, como o uso de papéis reciclados, materiais ecologicamente corretos e o uso de canecas e copos. Se cada um fizer um pouquinho e colaborar com pequenos gestos, já é uma grande contribuição para as futuras gerações.
A natureza agradece!

Por Vanessa Guastaferro.

22/05/2010

Espetinhos de carne moída - microondas

Ingredientes
500 gr de patinho moído(s)
1/2 unidade(s) de cebola ralada(s)
1 dente(s) de alho amassado(s)
2 colher(es) (sopa) de salsinha picada(s)
quanto baste de sal, pimenta e shoyu para pincelar

Modo de preparo
Misture a carne com os temperos, exceto o shoyu. Molde a carne com as mãos, colocando-a em espetinhos de madeira, próprios para churrasco.
Arrume os espetos em um refratário retangular e pincele com o shoyu. Leve ao microondas por 6 a 8 minutos na potência alta. Na metade do tempo, vire os espetos para que cozinhem por igual.
Sirva acompanhado de salada de folhas verdes.

Rendimento: 5 porções

Fonte: Cybercook

Salão de Festas ou de Problemas?

O local foi criado para momentos festivos dentro do condomínio, mas, em muitos casos, é um dos espaços que mais traz transtornos aos síndicos. Seja por mau uso do local, regras indefinidas ou falta de aproveitamento, a realidade é que os síndicos devem estar preparados para fazer uma boa administração dos salões de festa para não se depararem com reclamações constantes.

 O primeiro passo para realizar uma gestão adequada do salão de festas é, sem dúvida alguma, a definição de todas as regras de uso do local. De acordo com o síndico profissional Lúcio Feitosa, as normativas para o uso adequado do salão de festas devem ser balizadas a partir da convenção e do regulamento interno dos condomínios.

 Porém, as regras podem variar muito de condomínio para condomínio. Feitosa conta que em um dos condomínios onde é síndico, há uma situação inovadora quanto ao uso de uma área comum. Neste condomínio citado havia uma unidade onde residia o zelador que estava livre e, por ser área comum, ela sofre uma série de impedimentos para locação. “Decidiu-se, em assembléia, a criação de um espaço onde todos pudessem de forma organizada desfrutar de bons momentos”, conta. E, segundo Feitosa, assim tem sido. “Lá ocorrem missas, encontro de jovens, sala de estudos, assembléias, aniversários, casamentos, bazares e uma infinidade de atividades, onde todos seguem as regras das boas relações e cuidados com o bem alheio”, explica.

Para a utilização deste espaço os moradores idealizaram um check list na entrada e na saída. A limpeza é feita pelo grupo que utilizou e há uma taxa equivalente a 10% do valor do condomínio para uso do local, que é depositada e o comprovante é anexado ao calendário. “Talvez tenha sido a falta de normas pré-fixadas que tenha causado essa aceitação por parte de todos. Não há preconceito embutido em forma de Lei”, opina o síndico.

Já Maurício Jovino, também síndico profissional, lembra que devem ser criadas normas claras e sempre discutir o assunto com os moradores, se possível, mais de uma vez, para que o tema faça parte do regulamento interno. “Desta forma todos poderão debater os problemas e encontrar soluções em comum acordo com a administração do condomínio”, afirma.

Principais problemas
Apesar de cada condomínio ter problemas específicos em relação ao uso do salão de festas, alguns deles acontecem em praticamente todos e, nestes casos, o síndico deve propor uma assembléia para que faça parte do regulamento interno. Alguns dos itens mais importantes para constar no regulamento em relação ao uso do salão são os horários para começar e terminar o uso, como será feita a reserva, em que condições o morador deverá entregar o salão, se haverá ou não taxa para utilização, qual a destinação desta taxa, entre outros.

Para Jovino, o desrespeito ao horário estipulado e o volume do som são os principais problemas em relação ao uso do salão. “Infelizmente, a maioria dos salões são entregues pelas construtoras sem tratamento acústico e muito próximo aos apartamentos, deixando esse problema para ser resolvido pelo síndico e moradores”, garante.

Mesmo que o regulamento seja claro e que todos os moradores o conheçam bem, de acordo com Lúcio Feitosa, o que conta mesmo no final é o bom senso de cada um. “Existem muitos ‘problemas principais’. Esperar que qualquer usuário apague a luz ao sair e iludir-se com o grau de sociabilidade das pessoas estão no topo da lista”, completa o síndico.

Quem paga a conta
A festa acabou, mas os problemas não. Muitas vezes após o uso do salão podem ser vistos alguns danos e avarias no local e, nestes casos, fica o impasse de quem paga a conta.

A resposta a esta pergunta varia de acordo com o condomínio. De acordo com Maurício Jovino, pode constar no regulamento interno e no termo de responsabilidade que o usuário assina ao se responsabilizar pelo salão que, em caso de danos, quem paga é quem fez uso do local. “Se descrito no regulamento, quem paga é o morador que fez a reserva e usou o salão. Ele deverá arcar com qualquer dano e nos equipamentos”, afirma.

Vale lembrar que, no ato da reserva, é necessário fazer uma vistoria com quem está reservando o salão, acompanhado de um funcionário do condomínio ou, se for o caso, com o próprio síndico. Desta forma é mais fácil notar se houve ou não dano á área após a festa.

Já o síndico Lúcio Feitosa afirma que os danos não são de quem utilizou o local, mas sim do condomínio. “Os custos para o reparo serão patrocinados pelo condomínio. Todos já alegam pagar, e muito bem, pelo uso de todo o prédio”, explica.

Opiniões à parte, o que vale mesmo é o definido por cada condomínio em seus regulamentos. Por isso as regras precisam estar bem estabelecidas, para que não haja controvérsias posteriores. E menos dor de cabeça para os síndicos.

Fonte: boletim Licitamais

14/05/2010

Dengue

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.

Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem 4 tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.

Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.

- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.

- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Fonte: Site Combate a Dengue

04/05/2010

Sódio


As populações que apresentam baixa ingestão de sódio, praticamente não apresentam casos de hipertensão. Nossa dieta contém muito mais sódio do que o necessário. Temos um paladar que foi acostumado a grandes quantidades de sal desde a infância que não notamos o quanto nossa comida é salgada.

Praticamente todos os meus pacientes, quando eu peço para reduzir o consumo, afirmam já comer pouco sal. 99% estão enganados. Se você vive no mundo ocidental e consome queijos, molho de tomate, comida congelada, come em restaurantes, consome fast food, biscoitos, comida enlatada e muitos outros alimentos facilmente encontrados nos supermercados, você tem uma dieta hipersódica (excesso de sal). Você apenas não sabe disso porque seu paladar está adaptado a altas concentrações de sódio.

A quantidade máxima de sódio recomendada é de 2,4 gramas por dia, o equivalente a 6 gramas de sal. Para se ter uma idéia, aquele saquinho de sal, branco e quadradinho, que existe em todo restaurante, possui 1g de sal. Pessoas hipertensas, cirróticos, renais crônicos ou com insuficiência cardíaca devem consumir menos de 1,5 gramas de sódio/dia. A população ocidental consome em média de 9 a 15g de sal por dia.

Os efeitos do sal são diferentes em cada indivíduo, mas alguns grupos apresentam maior sensibilidade: negros, obesos e doentes renais crônicos.

Além de provocar hipertensão, o sal também atrapalha o seu tratamento ao inativar alguns anti-hipertensivos. Isso acontece principalmente na família dos diuréticos e dos IECA (captopril e enalapril são os mais famosos).

Além das consequências da hipertensão, o excesso de sódio também está relacionado a:

- AVC (derrames)
- Insuficiência renal
- Insuficiência cardíaca
- Câncer de estômago
- Pedras nos rins
- Diabetes
- Asma
- Osteoporose

Devido aos problemas do sódio, o chamado sal light, composto por cloreto de potássio (Kcl), vem ganhando adeptos. O nome light não é bom e causa confusão, pois o termo normalmente é dado a alimentos de baixo valor calórico. Na verdade o sal light, não é cloreto de potássio puro, ele é uma mistura com cloreto de sódio, porque o gosto do potássio é muito azedo.

Trabalhos científicos mostram que uma maior ingestão de potássio, ao contrário do sódio, protege contra a hipertensão. Alimentos industrializados costumam ser ricos em sódio e pobres em potássio, enquanto que nas frutas e nos vegetais ocorre o oposto.

Mas existe um risco. O potássio em grandes quantidades pode ser letal. Tanto que nos países com pena de morte, o medicamento usado nas injeções letais é o próprio cloreto de potássio, obviamente em quantidades muito elevadas.

Em geral quem controla as concentrações de potássio no nosso sangue são os rins. Se ingerirmos mais potássio que o necessário, o excesso sai na urina. O problema são os pacientes com doenças renais, que não conseguem controlar bem o potássio sanguíneo. Nesses, o KCl é contra-indicado. Pessoas com boa função dos rins não correm risco.

Como a hipertensão é causa de insuficiência renal, assim como, a insuficiência renal leva a hipertensão, não é incomum encontrarmos pacientes com as duas patologias ao mesmo tempo. Por isso, se você é hipertenso ou apresenta fator de risco para doença renal, dose sua creatinina antes de tomar suplementos que contenham potássio.

Bom, resumindo: O ideal é cortar o sal da dieta, ingerir menos de 6 gramas por dia e associar a uma alimentação rica em frutas e verduras. O sal light faz menos mal que o sal comum, mas ainda contém, mesmo que em menor quantidade, cloreto de sódio. O mais importante é uma reeducação do paladar para não sentir tanta falta do sabor salgado.

Fonte: mdsaude.com

01/05/2010

Benefícios da Sauna

Você estar sentado na Sauna ou Banho Turco (ou hammam) pode ter sido a melhor atividade que realizou durante todo o dia, isto porque a sua correta utilização tem muitos benefícios para a sua Saúde. Mas quais são os benefícios para a Saúde?



Forma Natural de processos de cura e desintoxicação
Para já, as temperaturas altas das Saunas (80º a 100º) e Banho Turco (40º a 45º) induzem ao relaxamento muscular e o metabolismo funciona de uma forma mais rápida, ocorre uma vasodilatação, e as batidas cardíacas aumentam. O calor gerado, leva a que o corpo venha a ter uma febre artificial. A febre é uma reacção natural de defesa contra bactérias e infecções.

Combate aos efeitos de uma Vida stressante
Muitos de nós levamos uma vida sedentária e cheia de stress, e não tentamos fazer nada para nos manter em forma. Além disso e juntando a má alimentação, o tabaco, o álcool, através do o nosso estilo de vida, não estamos a contribuir na qualidade de vida. Desta forma, a Sauna e o banho são uma das formas de combater todos esses

Tratamento Corporal
A pele é o maior órgão e complexo órgão do nosso corpo em que impede as bactérias de penetrarem. O suor remove as impurezas e as toxinas através dos poros, ocorrendo assim uma limpeza profunda da pele de dentro para fora. Está desta maneira associado também à nossa higiene.

Aliviar a Dor
Devido ao fato de o sangue percorrer o corpo de uma forma mais acelerada transportando oxigénio para a inflamação ou edema pode reduzir a dor. O que leva a um alivio da dor e a um a processo de cura mais rápida e natural.

Outros Benefícios para a Saúde
A Sauna tem como outros benefícios para a Saúde é o descongestionamento nasal, melhora as dores de cabeça e enxaquecas, dores menstruais e sintomas da menopausa. O Banho Turco trata de equizemas e acne, baixa o colesterol. Liberta toxinas, nomeadamente mercúrio e zinco, através da rápida circulação do sangue.

Forma de Perder Peso
De uma forma quase imediata, o corpo perde peso, devido a perca de fluidos através da transpiração. E será restabelecido, logo após a ingestão de líquidos. No entanto, é realizado um “exercício” benéfico ma Sauna, visto que o coração tem batidas cardíacas mais aceleradas para tentar refrigerar o corpo. Desta forma, por meia hora de uma sessão de Sauna o corpo queima entre 300 a 500 calorias. Nunca é demais salientar, que nem todas as pessoas conseguem realizar inicialmente trinta minutos de sessão.

A Sauna também pode ser parte de uma solução para as pessoas que não podem exercer um programa rigoroso de exercício físico. O corpo responde ao calor, através do aumento do ritmo cardíaco. O sistema cardiovascular funciona da melhor maneira para arrefecer a temperatura corporal e aumenta o metabolismo.
Acreditar ou não acreditar nos benefícios da Sauna e Banho Turco?

Finlandeses, Russos, Turcos e culturas Indo-americanas usaram estes banhos para o bem-estar de uma forma holística (relação entre o corpo, mente e alma).

Cientistas Alemães e Finlandeses realizaram estudos intensivos acerca dos efeitos que a transpiração e o calor produz no corpo. Doutores Europeus estão mais familiarizados com a desintoxicação que a Sauna e o Banho Turco produzem, e são os mais recomendados aos seus pacientes.

Já utilizou a Sauna e o Banho Turco? Qual é a sua opinião em relação aos benefícios da Sauna e do Banho Turco?

Cientistas recentemente confirmaram a noção antiga de que bebidas quentes aliviam alguns sintomas de resfriado e gripe. E quanto a uma dose de calor em uma escala muito maior – digamos, em uma sauna?.

Com temperaturas de 80°C ou mais, as saunas têm sido recomendadas para artrite, asma e fatiga crônica, entre outras coisas, desde que nômades finlandeses começaram a usá-las séculos atrás. Alguns supostos benefícios não foram comprovados, mas existem evidências de que as saunas podem acelerar a recuperação de resfriados e reduzir sua ocorrência.

Alguns pesquisadores suspeitam que o calor da sauna reduz os sintomas porque melhora a drenagem, enquanto outros especulam que as altas temperaturas ajudam a enfraquecer os vírus do resfriado e da gripe. O motivo disso prevenir a doença, no entanto, não está claro. Mas pesquisas sugerem um efeito.

Em um estudo de pesquisadores austríacos, por exemplo, 50 adultos foram divididos em dois grupos e monitorados por seis meses. Um grupo foi instruído a ir a saunas regularmente; o outro a se abster delas. No final do estudo o grupo da sauna havia pegado menos resfriados.

“Isso foi constatado particularmente durante os últimos três meses do estudo, quando a incidência caiu pela metade em comparação ao grupo de controle,” os cientistas escreveram.

Outros estudos obtiveram resultados similares. Mas os médicos alertam que saunas podem ser nocivas a pessoas com problemas cardíacos e circulatórios.

Existe evidência de que a sauna pode reduzir ou prevenir os sintomas do resfriado.


25/04/2010

Verdades e mentiras sobre o sono das crianças

Especialistas ouvidos pela Folha respondem a oito perguntas sobre o sono das crianças.

1. TV e computador atrapalham o sono da criança

EM TERMOS. Dependendo do programa de TV, a relação do usuário com o aparelho é passiva, o que não interfere muito no sono. Internet e jogos, por outro lado, deixam a criança excitada, porque demandam raciocínio, e atrasam a chegada do sono

2. A criança deve dormir quando quiser

MENTIRA. Especialistas dizem que a criança deve ter rotinas, como hora para tomar banho, jantar, ver TV, dormir. "Até os dez anos de idade, a criança deve ter disciplina. Disciplina é o regulador dos horários e, em conseqüência, do sono", diz a psicóloga infantil Anna Esther Cunio.

Segundo o pediatra Luiz Vicente Ferreira da Silva, a repetição da rotina acalma a criança e não deixa outros elementos interferir bruscamente no ritmo biológico

3. Comer muito à noite dá pesadelo

EM TERMOS. Segundo o neurologista Flávio Alóe, coordenador do laboratório do sono do Hospital das Clínicas de SP, comer muito e rápido à noite, logo antes de ir dormir, traz desconforto físico. É esse desconforto, e não a comida, que dá pesadelo

4. A mãe deve atender prontamente a criança toda vez que ela acorda chorando

EM TERMOS. O pediatra Fábio Ancona Lopez diz que, quando a mãe corre e pega a criança no colo, não dá tempo para ela se acostumar com o desconforto e tentar descobrir por que chora.

A mãe deve tentar descobrir se ela chora porque tem fome ou outro problema. Se entender, porém, que chora por sentir sua falta, a indicação é a mãe conversar e acariciar, mas não tirá-la da cama nem levá-la ao quarto do casal

5. O bebê deve ficar no escuro o tempo todo enquanto dorme

EM TERMOS. "Durante o dia, é bom deixar o quarto iluminado naturalmente [janelas abertas], para o bebê entender que existe o dia e aprender a diferenciá-lo da noite", diz a pediatra Ana Maria Escobar. À noite, luzes apagadas

6. Pegar a criança no colo para dormir vicia

VERDADE. O pediatra Luiz Vicente Ferreira diz que a criança deve se habituar a ir para a cama, e não para o colo da mãe, quando sentir sono. "A criança deve ficar no colo para aumentar o convívio, mas não pode achar que só no colo ela vai dormir", diz

7. Criança só precisa dormir à tarde no primeiro ano de vida

MENTIRA. Os especialistas acham saudável o sono após o almoço e indicam que o rendimento da criança à tarde é melhor devido a isso. E desmistificam: a criança que dorme à tarde não perde o sono da noite.

A quantidade de horas --no máximo duas horas-- deve ser determinada pelos pais, de acordo com o desempenho do filho à tarde

8. Dormir com gato ou cachorro não faz mal ao sono da criança

MENTIRA. O pediatra Fábio Ancona Lopez diz que a presença de animal no quarto ou na cama cria ou agrava problemas respiratórios e alérgicos, como asma, tosse e rinite, devido aos pêlos. Além disso, o animal se suja de dia e, muitas vezes, não é lavado à noite, o que propicia doenças, como toxoplasmose (transmitida por gatos) e toxocaríase (por cães), segundo a pediatra Denise Kanarek.

Fácio Ancona lembra que a relação de dependência da criança com alguma coisa para dormir (chamada de objeto de "transição") deve ser com brinquedo de plástico, de preferência. "Não é recomendado bicho de pelúcia, pois também dá alergia", diz Ancona. (APB)

Fonte: treinamento folhaSP - foto crianças na cama: google

13/04/2010

10 alimentos mais perigosos para as crianças


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CRESCER pediu para a Sociedade Brasileira de Pediatria preparar uma lista com os alimentos que podem representar algum tipo de risco para o seu filho, seja pelo perigo de engasgar ou de comer algo contaminado. A ideia não é radicalizar nem banir os itens dessa lista de vez das refeições. É para você olhá-los com um cuidado ainda maior. Confira :


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1- Amendoim 
O maior perigo não é comer, mas seu filho aspirar um amendoim. Mas existem outros riscos: se uma criança coloca muitos na boca de uma vez só, ou se come rápido demais, há mais chances dela engasgar com um amendoim que não foi mastigado direito. Do ponto de vista nutricional, esse é um grão com muita gordura saturada, que é mais difícil de eliminar do corpo e a responsável por problemas como, por exemplo, hipertensão – mas isso apenas em casos extremos. Ele também é o que mais causa alergia alimentar nos Estados Unidos. Quando você oferecer ao seu filho, sirva poucos - e de pouquinho.


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2- Azeitonas e caroços 

Se você tem crianças em casa, prefira comprar azeitonas sem caroço. A possibilidade de elas morderem com força demais a azeitona e quebrarem ou lascarem um dente danificado existe sim. Isso sem falar no risco de engasgar. No caso de frutas com caroço, como a ameixa, é preferível servi-las já cortadas. Para as crianças que já comem bem sozinhas, uma boa recomendação para tomar cuidado deve ser o suficiente.


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3- Balas

Balas são uma verdadeira paixão entre as crianças. São coloridas, docinhas, e têm um monte de sabores deliciosos. Mas é bom ficar de olho nos pequenos para ter certeza de que não estão indo com muita vontade ao pote. Por serem feitas de açúcar, elas podem provocar cáries - principalmente as balas mastigáveis, que costumam grudar nos dentes. Além disso, morder uma bala dura pode até mesmo comprometer a integridade dos dentes - e garantir uma visita especial ao dentista.


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4- Bolachas e salgadinhos

Alimentos industrializados ricos em gordura, açúcar e sal trazem sérios riscos para as crianças, que podem sofrer com obesidade, hipertensão, colesterol ou triglicédides. Mais uma vez, a solução é não cometer exageros. Deixe a bolacha e o salgadinho para o fim de semana.



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5- Fígado e outras vísceras 
O fígado é o órgão responsável por eliminar toxinas do corpo, daí a possibilidade de que ele tenha uma alta concentração de substâncias estranhas ao organismo da criança. A boa notícia é que a maior parte delas é termosensível, o que significa que, se o fígado for bem cozido, as chances de infecção alimentar são mínimas. Vale lembrar que essa é uma das carnes mais ricas em ferro, nutriente essencial para evitar a anemia (falta de células vermelhas no sangue).


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6- Mel 
Não é só uma recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, mas também da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o mel não deve ser dado a crianças antes de um ano de idade. Segundo a SBP, é ainda melhor esticar esse prazo até os dois anos porque o mel pode estar contaminado com uma bactéria que causa o botulismo , doença que ataca o sistema nervoso e compromete o funcionamento dos músculos. Veja aqui mais informações.


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7- Ovo mal cozido 
Quando for servir ovos em casa, garanta que eles estejam bem cozidos ou, se fritos, com a gema durinha. Cozinhar ou fritar bem os ovos afasta o perigo da contaminação por salmonela, doença que poder causar dores de barriga, diarreia e febre. No caso das crianças, que têm o sistema imunológico em formação, é até possível que haja algumas complicações e a necessidade de ir para o hospital.


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8- Peixes com espinhos

Nesse caso, engasgar com os espinhos é a grande preocupação. Se seu filho já se alimenta bem sozinho, oriente-o a comer o peixe aos poucos, em pedaços pequenos, mastigando muito bem e sem pressa. Se ele for pequeno, é a sua atenção que deve ser redobrada. Tire todos os espinhos que você encontrar antes de servir. Também é importante conhecer bem a qualidade do local onde você compra peixe. Não custa lembrar que ele precisa aparecer na mesa da sua casa por, no mínimo, três vezes por semana. Afinal, os benefícios dele ao nosso organismo são muitos. Peixes são recomendados para evitar o colesterol, ajudam no desenvolvimento cerebral das crianças e ainda são fontes fartas de proteína, minerais e vitaminas. 
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9- Pipoca

Doce, salgada, branquinha ou colorida, é difícil não gostar de uma pipoca quentinha – ainda mais se acompanhada de um filme muito legal. O grande problema está, na verdade, no risco de engasgar com uma delas. E nsine seu filho a comer devagar, em pequenas porções, e a mastigar bem cada bocado , lembrando que pipocas, no mundo ideal, elas só devem ser consumidas a partir de 4 anos.


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10- Refrigerantes

Além dos problemas mais conhecidos, como a obesidade e as cáries dentárias, os refrigerantes também trazem o risco de a criança desenvolver osteoporose quando mais velha. Os fosfatos presentes nas suas fórmulas aumentam a presença de fósforo no organismo, o que impede a absorção de cálcio, substância mais do que importante para a constituição dos ossos.

Fonte: Revista Crescer

Pipoca ajuda no combate à doenças

A pipoca é uma das opções preferidas pelas crianças na hora de assistir a um filme, no cinema, no sofá de casa, ou durante um passeio no parque. A boa notícia é que ela pode ser uma aliada da saúde. Essa foi a conclusão de um estudo americano apresentado em um encontro na American Chemical Society (ACS).

A pesquisa, realizada por cientistas da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, revelou que salgados feitos à base de grãos (como a pipoca) e alguns cereais matinais contêm uma grande quantidade de substâncias antioxidantes chamadas polifenóis. E essas, também encontradas em frutas e legumes, têm potencial, segundo os cientistas, para reduzir o risco de doença cardíaca, câncer e outras doenças.

Até então, de acordo com o autor do estudo, Joe Vinson, se pensava que os benefícios dos grãos inteiros estariam relacionados apenas ao seu alto teor de fibras.

Pipoca saudável
Como você prepara a pipoca na sua casa? Com manteiga, marganina, óleo, no micro-ondas? Existe, sim, uma maneira melhor e mais saudável de prepará-la: quatro ou cinco gotas de óleo -- e aqui você pode usar o de canola -- bastam para estourar os milhos. Mas vale aquecer o óleo primeiro na panela e depois colocar o milho. Ele estoura mais rápido.
A margarina e a manteiga não são indicadas porque saturam mais rápido que o óleo, transformando-se na temida gordura trans. Quanto mais saturada, pior para nossa saúde. Se for consumir a de micro-ondas, prefira as sem sabores, que têm menos sódio.

Fonte: Revista Crescer

05/04/2010

4 erros - Roberto Shinyashiki


A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional. Veja uma das perguntas da entrevista e a respectiva resposta e medite sobre ela.

ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?

Shinyashiki - A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:

A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.

A segunda loucura é: Temos que estar felizes todos os dias.

A terceira é: Temos que comprar tudo o que pudermos. O resultado é este consumismo absurdo.

Por fim, a quarta loucura: Temos de fazer as coisas da maneira acertada. A maneira certa não existe. Não há um caminho único para se fazerem as coisas.

As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Existem pessoas que dizem que não serão felizes enquanto não se casarem, enquanto outras, dizem-se infelizes justamente por causa do casamento. Podemos ser felizes a comer um gelado, em ficar em casa com a família ou amigos verdadeiros, a levar os filhos a brincar ou indo à praia ou ao cinema.

Quando eu era recém-formado, trabalhei num hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu procurava conversar com eles na hora da morte. A maior parte agarra o médico pela camisa e diz:
"Doutor, não me deixe morrer. Eu sacrifiquei-me a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.

Ninguém, na hora da morte, diz ter-se arrependido por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou acções, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida. "Todos, na hora da morte.... dizem arrepender-se de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida."

"Aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas".