04/04/2014

Ovo de Páscoa na Travessa

Ingredientes
3 latas de leite condensado
2 latas de leite (use a lata de leite condensado vazia para medir)
2 colheres (sopa) de maisena
6 gemas
1/2 colher (sopa) de essência de baunilha
400g de creme de leite
2 xícaras (chá) de chocolate meio amargo picado
1/2 xícara (chá) de castanha de caju picada
2 xícaras (chá) de chocolate ao leite picado
Modo de Preparo
Em uma panela, coloque o leite condensado, a maisena dissolvida no leite, as gemas e leve ao fogo médio, mexendo até engrossar.
Desligue e acrescente a essência de baunilha.
Espere esfriar e misture o creme de leite. Separe 1/3 da mistura e reserve.
No creme restante, misture o chocolate amargo derretido.
Em um refratário médio, coloque metade do creme de chocolate no fundo.
Leve ao congelador por 15 minutos, retire e cubra com o creme branco.
Distribua a castanha de caju, volte mais 10 minutos ao congelador e cubra com o creme de chocolate restante.
Derreta o chocolate ao leite e espalhe sobre o creme.
Leve à geladeira por 2 horas antes de servir.
2 xícaras (chá) de chocolate ao leite picado.

19/03/2014

Brigadeiro mole em copinhos



INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
3 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de margarina


MODO DE PREPARO
Em uma panela misture o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó. Leve ao fogo baixo e mexa sem parar até ficar no ponto de brigadeiro mole. Retire do fogo e misture o creme de leite, incorpore bem e distribua nos copinhos. Enfeite com granulado ou com bolinhas de chocolate e sirva com mini colheres.

05/03/2014

O que uma criança de 4 anos de idade deve saber?

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Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. E isso sim seria, então, sinal de adequação e o mais importante: de sucesso.

O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? Essa foi a pergunta feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se seu filho sabia o suficiente para a sua idade.

Segundo Alicia Bayer, no artigo publicado em um conhecido portal de notícias americano – The Huffington Post –, o que não só a entristeceu, mas também a irritou, foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.



Para contrapor às listas indicadas pelas mães (em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e sobrenome, saber contar até 100), Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que pais e mães considerem o que uma criança deve saber.

Vejam alguns exemplos abaixo:

- Deve saber que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.

- Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.

- Deve saber seus direitos e que sua família sempre a apoiará.

- Deve saber rir, fazer-se de boba, ser vilão e utilizar sua imaginação.

- Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.

- Deve saber que o mundo é mágico e ela também.

- Deve saber que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.

- Deve saber que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Melhor dizendo, muito mais importante.

E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. A lista do que os pais devem saber:

- Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.

- Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches elegantes, nem jogos e computadores chamativos, se não que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.

- Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz.
Estamos tão obstinados em garantir a nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos dando são vidas com múltiplas atividades e cheias de tensão como as nossas. Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.

- Que nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia se desfazer de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.

- Que nossos filhos necessitam nos ter mais. Vivemos em uma época em que as revistas para pais recomendam que tratemos de dedicar 10 minutos diários a cada filho e prever um sábado ao mês dedicado à família. Que horror! Nossos filhos necessitam do Nintendo, dos computadores, das atividades extra-escolares, das aulas de balé, do grupo para jogar futebol muito menos do que necessitam de nós. Necessitam de pais que se sentem para escutar seus relatos do que fizeram durante o dia, de mães que se sentem e façam trabalhos manuais com eles. Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora. Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que tardemos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho. Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.

Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos?

19/02/2014

Graviola

A graviola é uma fruta, também conhecida como jaca do Pará ou jaca de pobre, utilizada como fonte de fibras e vitaminas, sendo o seu consumo recomendado em casos de prisão de ventre, diabetes e obesidade.
A fruta possui um formato oval, com a casca na cor verde-escuro e coberta de “espinhos”. A parte interna é formada por uma polpa branca com o sabor levemente adocicado e um pouco ácido, sendo utilizada na preparação de vitaminas e sobremesas.
O seu nome científico é Annona muricata L. e pode ser comprada em mercados e lojas de produtos naturais.
Para que serve a graviola
A graviola serve para tratar doenças, como gastrite, úlcera, obesidade, prisão de ventre, diabetes, problemas digestivos, doenças no fígado, hipertensão, depressão, insônia, enxaquecas, gripes , vermes, diarreia e reumatismos.
Propriedades da graviola
As propriedades da graviola incluem a sua ação diurética, sedativa, antiespasmódica, vermífuga, expectorante, adstringente, vitaminizante, anti-inflamatória e antirreumática.
Modo de uso da graviola
A graviola pode ser usada na forma natural, sob forma de chá, sucos e também em cápsulas.
  • Chá de graviola para digestão: Adicionar 10 g de folhas de graviola secas em 1 xícara de água fervente.Tomar 2 a 3 xícaras diariamente após as refeições.
Efeito colateral da graviola
O efeito colateral da graviola é o fato de baixar a pressão arterial.
Contraindicações da graviola
A graviola está contraindicada para indivíduos com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, pois sua acidez pode provocar dor. Grávidas e indivíduos com hipotensão também devem evitar o consumo da graviola, pois a fruta pode provocar aborto.

12/02/2014

Strogonoff ou Estrogonofe


Tipo de Culinária: Sudeste                       Origem: Russa - Strogonov
Categoria: Pratos Principais                     Subcategorias: Carnes
Rendimento: 5 porções                            Adaptação: Flávio R Oliveria

O estrogonofe de carne é ótimo para aqueles dias que queremos uma receita mais elaborada mas não queremos muito trabalho. É uma excelente pedida também quando você tiver muitos convidados.

INGREDIENTES
1,5 kg de filé mignon em tiras ou cubos                     1 unidade(s) de cebola picada(s)
4 colher(es) (sopa) de manteiga                                  250 gr de champignon fresco picado
3 colher(es) (sopa) de catchup                                    1 colher(es) (sopa) de mostarda
3 colher(es) (sopa) de molho inglês                           2 colher(es) (sopa)  de conhaque
1 lata(s) de creme de leite                                           1 colher(es) (sopa) de farinha de trigo
1/2 copo de leite                                                          Quanto baste de sal

MODO DE PREPARO 

Frite a carne aos poucos com 1 colher de manteiga e reserve. Em uma panela grande, frite o alho e depois refogue a cebola picada no restante da manteiga e assim que dourar adicione a carne e o champignon, sempre refogando sem pressa. Adicione o molho inglês e o conhaque aquecido (flambe). Em um recipiente, adicione ao creme de leite, o catchup, a mostarda, sal e a farinha de trigo dissolvida no leite. Acerte o sal e por último, acrescente a mistura cremosa a panela. Quando levantar fervura retire do fogo e sirva acompanhado de batata palha, arroz branco e salada de folhas.

30/12/2013

Tâmaras com morangos

Tâmaras com Morangos


MODO DE PREPARO

Abrir as tâmaras no sentido longitudinal, sem destacar as metades.

Retirar o caroço. 

Lavar bem os morangos e cortá-los em gomos.

Encaixar cada gomo ao longo da tâmara conforme a imagem ao lado.

10/11/2013

Fudge Original

Receita de Marcia Oliveira e Theresa Schiel 
Raio X
O fudge é um doce de origem norte-americana muito fácil e rápido de fazer.
Tempo: 10 min - 24 porções.

Ingredientes 
1 lata de leite condensado
1 pitada de sal
1 colher de sopa de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
1 colher de chá de essência de baunilha
2 colheres de sopa de chocolate em pó
500 gramas de chocolate meio amargo picado ou ralado 

Modo de preparo 
Coloque em um recipiente de vidro o leite condensado, o sal, a manteiga, a essência de baunilha e o chocolate em pó. Leve o recipiente ao micro-ondas e aqueça por dois minutos na potência forte. Depois mexa bem até ficar homogêneo. 

Em outro recipiente de vidro, coloque o chocolate meio amargo no micro-ondas por um minuto e meio na potência forte. Retire e mexa até ficar homogêneo. 

Coloque o recipiente com a mistura do leite condensado por mais um minuto no micro-ondas em potência forte. Retire e mexa até ficar homogêneo. 

Em seguida, junte as duas massas e mexa até ficar uma mistura consistente. Forre uma forma de aproximadamente 30 x 20 cm com papel-manteiga. Despeje a massa e alise em toda a extensão da forma. Deixe descansar na geladeira por pelo menos por seis horas. 

Depois, retire da geladeira e corte como quiser. 

Fonte: Uol 
Receita da loja Satis Fudge
Av. Sete de Setembro, 5811, conjunto 14, Curitiba, PR Tel.: (41) 3532-4850 

09/11/2013

Crianças francesas de novo, agora comendo de tudo



E lá vamos nós falar de novo das mães francesas e de seus filhos perfeitos. Depois de "Crianças francesas não fazem manha" de Pamela Druckerman, agora é a vez de “French Kids Eat Everything” (Crianças francesas comem de tudo, em tradução livre), de Karen Le Billon, que conta a história de uma família franco-canadense que se muda para a França e se depara com outras formas de viver e se relacionar com a comida. Para quem acha que existe algum milagre ou que os franceses são abençoados, pode esquecer, tudo se baseia na forma de se relacionar com a comida.

Para os franceses, comida não é obrigação, prêmio ou consolo. Como mãe e nutricionista vejo que o problema na maioria das vezes, seja aqui ou em algum outro lugar do mundo, está em fazer as crianças comerem vegetais. Logo no início de um dos capítulos, o brócolis aparece em grande destaque, ele encabeça a lista do vegetais que muitas mães tentam forçar goela dos seus filhos abaixo, e é aí que mora o erro. Brócolis deve ter o mesmo peso e importância que qualquer outro alimento, porque ele é apenas mais um que vamos consumir.

Aqui está o Santo Graal da alimentação das crianças francesas de acordo com o livro:

1. Os pais estão no comando - Se você não se sente capaz de fazer a mudança, de estabelecer os limites, ninguém mais será. Os pais são os responsáveis pelo que oferecem para os filhos e, portanto, pelo que eles comem.

2. Comida não é moeda de troca, não é premiação ou castigo - criança precisa de disciplina, mas não é cachorro que a cada truque bem executado ganha um biscoito. Se a criança está triste, pega lá um pedaço de chocolate. Se seu filho não fica parado na cadeirinha do carro, lá vai um biscoito. “O que queremos é que as crianças tenham profundo respeito pela comida, e não apenas aprendam a comer sempre que estiverem entediadas, chateadas ou cansadas.”, diz a autora.

3. As crianças comem o que os adultos comem - Simples assim. Quando as filhas da autora foram para a escola francesa, o cardápio foi surpreendente: rabanetes crus, carne ensopada com cogumelos, queijos de fungo azul, patê com picles e muito mais. Para o paladar de crianças acostumadas com sabores neutros, elas foram expostas a sabores fortes e novos alimentos. No livro tem uma passagem na qual a autora relata ter visto um bebê de 9 meses comer, feliz, um pedaço de queijo Roquefort! As crianças francesas fazem 3 grandes refeições por dia e um lanche da tarde (“le goûter”). Os pais escolhem o menu e não há substituições.

4. As refeições são feitas em família - um luxo! A gente sabe que nem sempre é possível, mas o ideal é tentar mesmo que seja apenas poucas vezes na semana. A família está envolvida com a alimentação desde o início, vão às compras, guardam as comidas na geladeira, ajudam no preparo e colocam a mesa, guardadas as idades e tarefas.

5- Comer os vegetais sem drama - a chave para isso é a variedade de vegetais e do modo como eles são preparados. Uma típica refeição francesa começa com pratos de vegetais, sendo assim a grande fome que assola os pequenos vai ser uma ótima aliada para que esse primeiro prato seja comido com muita satisfação. Sugestões do livro: Cenoura ralada, Salada de pepino e molho vinagrete, Beterraba com laranja, salada de endívia com queijo emmental e croutons. Vamos sair do nosso quadrado?

6. Você não precisa gostar, mas tem que provar – essa é a regra que eu mais gostei de ver aqui retratada, repito isso infinitas vezes. Já pensou se você nunca tivesse provado chocolate? O alimento “novo” faz parte da refeição e ponto, nada de discussão, as refeições nunca podem se transformar em uma batalha. A gente faz de conta que não está nem aí para isso e continua mantendo um clima agradável e cordial. Ah, não se esqueça, se o seu filho comer e gostar, não elogie.

7. Beliscar é proibido – nada de um lanchinho aqui e outro ali, esse hábito é o que desencadeia uma enorme quantidade de distúrbios alimentares. Os franceses costumam dizer que ter fome é o melhor dos temperos, e quem é não concorda? A criança precisa aprender a sentir fome e diferencia-lá da vontade de comer. Além disso, o livro explica que é bom para as crianças aprenderem a lidar com a sensação de fome, caso contrário, podem se tornar adultos que sentem a necessidade de estar sempre comendo alguma coisa.

8. Coma devagar – Por decreto do governo, as crianças francesas gastam no mínimo 30 minutos na mesa do almoço na escola, mesmo os pequeninos! Como conseguem? As refeições não são apenas para comer, mas também para socializar com os amigos, hábito que eles cultivamos muito. Ensinar as crianças a sentar-se pacientemente e desfrutar de conversas com os pais e amigos é uma habilidade importante. Ainda não descobri como fazer isso com o meu filho Em alguma escolas o horário do lanche é diferente do horário do recreio, evitando que a criança não perca o tempo da brincadeira porque está lanchando e nem deixe de comer para brincar.

9. Comer comida de verdade - Colocar a mão na massa e preparar comida com ingredientes que não venham embalados e congelados em caixas ou latas.

10. Aproveite o momento – Esteja com sua família, comente como foi o dia, dividam alegrias e compartilhem sonhos, façam planos. Depois de alguns maus hábitos já instalados é bem difícil mudar, mas não é impossível. Você pode reverter a situação mudando o estilo de vida da sua família.

Siga algumas ou todas as regras, mas, acima de tudo, use o bom senso e cultive os bons hábitos. French Kids Eat everything Autor: Karen Le Billon

Fonte: site Mundo Ovo

Crianças francesas não fazem manha

Uma coisa que sempre me chamou a atenção nos parquinhos e jardins de Paris é como os pais franceses incentivam a autonomia de seus filhos. Enquanto nós, brasileiros, logo nos descabelamos e  berramos VOCÊ VAI CAIR!  quando nossas crianças querem se aventurar  sozinhas no andar mais alto do brinquedo, os pais franceses calmamente se aproximam de seus filhos e dizem: Muito bem, você vai conseguir, pode ir sozinho, estarei aqui embaixo para ajudar você caso tenha alguma dificuldade.

Brinquedo no Jardin de Luxembourg, em Paris
Brinquedo no Jardin de Luxembourg, em Paris
Comprei o best seller Crianças Francesas Não Fazem Manha porque algumas pessoas à minha volta elogiaram o livro, mas confesso que estava esperando um manual bobo de como educar os filhos. Pois bem, eu estava completamente enganada. O livro, da jornalista americana Pamela Druckerman, é um incrível raio X das culturas francesa e americana.  Além de muita leitura e entrevistas com especialistas, a pesquisa da autora inclui anos de observação do comportamento dos pais franceses em parquinhos e praças parisienses, ponto de encontro dos pais e crianças que vivem em Paris.
Pais e filhos, em parquinho no Marais
Pais e filhos, em parquinho no Marais
A partir da comparação do comportamento dos pais americanos e franceses, o livro vai aos poucos revelando aspectos da cultura de cada país:
  • Enquanto os bebês e as crianças americanas comem biscoitos e outras bobagens o dia todo, os francesinhos comem apenas nos horários determinados.
  • Enquanto os pais americanos proíbem doces e outros açucares durante pelo menos o primeiro ano de vida de seus bebês, o franceses tratam todos os tipos de alimentos de forma natural e não tentam fingir que balas e chocolates não existem.
  • Enquanto os pequenos franceses são incentivados pelos pais e pela escola e apurar o paladar, comendo foie gras e camembert desde bebês, os americanos ficam restritos a papinhas e purês durantes anos a fio.
  • Enquanto as americanas acham que engordar 20 quilos durante a gravidez é razoável, as francesas têm como limite 14 quilos.
  • Enquanto as francesas tentam estar em forma após três meses do parto, as americanas não se importam muito com isso.
  • Enquanto NÃO é palavra-chave na educação das crianças francesas, os americanos têm medo que o excesso de NÃOS possa podar a criatividade de seus pequenos.
  • Enquanto os pais franceses acham que a criança não pode ser o centro da atenção do casal, se permitindo saídas e viagens a dois e momentos cotidianos sem a presença da criança, os americanos passam anos vivendo a vida de casal em família.
Crianças, mães e babás no Jardin des Plantes
Crianças, mães e babás no Jardin des Plantes
À medida que eu avançava na leitura, ficava claro para mim que nós, brasileiras, estamos no meio do caminho entre as culturas francesa e americana. Lidamos mal com a culpa assim como as americanas, somos mães intuitivas assim como as francesas, temos dificuldade em estabelecer limites para as crianças assim como as americanas (mas em menor grau), cuidamos dos nossos corpos durante e depois da gravidez assim como as francesas … Pelo menos essa foi a minha percepção.
Recomendo a leitura do livro tanto para mães e pais quanto para qualquer pessoa que queira entender um pouco mais sobre as entranhas das culturas francesa e americana. E refletir um pouco sobre quem nós somos.
criançasFrancesasCrianças francesas não fazem manha
De Pamela Druckerman
Editora Fontana
Fonte: Lina - blog Conexão Paris.

18/10/2013

10 dicas sobre INTERESSEIROS/AS



Os interesseiros mentem e criam intrigas para convencer os outros a fazerem o que desejam. As motivações são as mais variadas possíveis: puxar o tapete do colega no trabalho, obter um cargo de chefia, seduzir alguém, desfrutar de bens materiais ou do status do outro. Nem sempre é fácil identificar alguém interesseiro, mas, prestando atenção a alguns comportamentos, dá para ficar com as antenas mais ligadas e se proteger. Veja dez atitudes comuns:
1. Forçar a aproximação: os interesseiros costumam fazer amizade com suas vítimas praticamente "na marra". Para isso, alegam ter interesses parecidos com os da pessoa, dizem gostar das mesmas coisas e até mentem sobre determinados fatos para fingir que têm algo em comum. Exemplo: "Jura que você foi nesse show? Eu também estava lá!". Segundo a psicóloga Maria Teresa Messeder Andion, especialista em neuropsicologia, o objetivo é forjar uma empatia imediata. "O interesseiro demonstra ser um amigo que estará presente em todos os momentos", diz.
2. Identificar os pontos fortes e fracos: além de coletarem informações sobre tudo aquilo que faz parte da vida de seu alvo, como gostos pessoais, hobbies e horários, os interesseiros têm faro apurado para descobrir o que atrai e repele seus "amigos". Esses dados são armazenados e usados nos momentos oportunos.
3. Manipular para conseguir o que quer: a manipulação é a regra de ouro do manual dos interesseiros. "Sorrateiramente, eles levam os outros a tomar decisões e atitudes que, de algum jeito, vão beneficiá-los. E isso inclui posturas antiéticas", expõe Maria Teresa. Seu poder de convencimento é tão bom –afinal, eles falam exatamente o que os outros querem ou precisam ouvir– que as pessoas acabam acreditando que a iniciativa foram elas mesmas que tiveram.
4. Falar pouco de si: a primeira razão para agir assim é simular que não se sentem importantes nem têm nada interessante a dizer e, assim, concentrar energias no alvo. A segunda é evitar cair em contradição e revelar sem querer suas reais intenções. "Se a vítima em potencial sente uma leve desconfiança e começa a observar o outro com maior cuidado, pode começar a achar alguns comportamentos estranhos", explica a psicóloga e psicanalista Margareth Neves Montenegro.
5. Fazer muitos elogios: para cativar o amigo por quem nutre inveja ou quer extrair algo, os interesseiros não se acanham ao fazer elogios rasgados –nesse momento, conhecer os pontos altos e baixos é bastante útil. As conversas são sempre baseadas em bajulações. Essa é uma forma de se aproximar e de enredar o outro.
6. Ser solitário: ser interesseiro independe de idade, sexo ou classe social, mas é um desvio de caráter. Não é um quadro de comportamento passageiro. "E, à medida que o tempo passa, o sujeito se isola mais, pois as pessoas começam a perceber sua falsidade e se afastam", diz a psicóloga Maria Teresa. O interesseiro tem um círculo social limitado, que se modifica conforme seus objetivos.
7. Agir com artificialidade: na opinião de Margareth, os interesseiros costumam ter alguns tipos de comportamento de intensidade desproporcional para determinados momentos. "São extremamente gentis ou solícitos em situações banais. As ações parecem programadas", diz. Também em certas circunstâncias agem de maneira muito efusiva, sem necessidade –ao cumprimentarem ou comemorarem algum feito da vítima, por exemplo.
8. Isolar o alvo: isolar as vítimas dos colegas e da família é uma tática comum dos interesseiros, de acordo com a psicóloga cognitiva Rejane Sbrissa. "Os amigos verdadeiros nutrem um afeto real, sem esperar algo em troca, e, por isso, sempre vão desconfiar das atitudes exageradas e discutíveis dos falsos", conta.
9. Tentar parecer perfeito: os interesseiros fingem ser os amigos ideais, aqueles que estão sempre disponíveis para qualquer problema ou eventualidade. "Eles parecem não ter defeitos e demonstram sentir o maior prazer em ajudar em tudo. Na verdade, querem transformar você em refém dessa solicitude, para que acabe precisando sempre de seu cuidado e auxílio", fala Rejane Sbrissa.
10. Mudar de opinião conforme a necessidade: os interesseiros evitam ao máximo discordar dos outros, pois não querem gerar polêmica nem animosidade. Quanto mais se assemelharem à uma espécie de "alma gêmea", melhor.

Fonte: Uol